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“Queremos aplicar o que aprendemos ajudando pessoas a se conectarem entre si para ajudá-las a se conectarem também com empresas que são importantes para elas”, diz o anúncio

Uma boa notícia para quem usa o WhatsApp nos negócios foi anunciada.

A empresa comunicou no seu blog oficial, em 5 de setembro de 2017, que uma versão do aplicativo voltada para negócios está em fase de testes com um grupo de empresas selecionadas.

A versão empresarial estará disponível em dois formatos:

  • um aplicativo chamado de WhatsApp Business, voltado a empresas pequenas;
  • e o formato enterprise, para companhias maiores, que operam em larga escala, com uma base global de clientes, como companhias aéreas, sites de ecommerce e bancos.

Tanto empresas pequenas quanto maiores poderão usar as soluções para o envio de notificações sobre horários de vôo e confirmações de entrega, dentre outras atualizações.

whatsapp verificadoA versão contará também com um selo de verificação (imagem ao lado) para perfis de empresas, que aparecerá ao lado do nome do contato na agenda do celular.

Outras funcionalidades serão as de inserir no perfil empresarial informações como endereço, descrição e horários de atendimento, além do envio de mensagens automáticas para quando a empresa não pode responder.

Muitas conexões já ocorrem todos os dias, seja alguém fazendo um pedido de uma padaria local ou olhando novos produtos de uma loja de roupas. Mas a maneira com que isso ocorre no WhatsApp ainda é muito rudimentar. Ouvimos histórias de lojistas que usam WhatsApp para fazerem contato com centenas de clientes por meio de um único celular, e de usuários que não têm certeza se a conta de uma empresa no WhatsApp é ou não verdadeira.

Por isso, o WhatsApp testa ferramentas que devem resolver alguns desses desafios, tornando mais fácil a comunicação entre empresas e pessoas no aplicativo. “Queremos aplicar o que aprendemos ajudando pessoas a se conectarem entre si para ajudá-las a se conectarem também com empresas que são importantes para elas”, diz o texto.

Ainda não há data oficial de lançamento, mas a ideia é disponibilizar o WhatsApp para empresas ao mercado em alguns meses. No Brasil, a ferramenta é testada pelo banco Itaú, para os clientes da categoria Personnalité Digital, que abrange contas digitais de pessoas de alta renda.

O WhatsApp também não deixou claro como as empresas serão cobradas pelo serviço.

Política de privacidade do WhatsApp

Em agosto de 2016, o WhatsApp já tinha atualizado a política de privacidade para iniciar os testes de sua versão corporativa, anunciada em janeiro daquele ano.

À época, o WhatsApp deu dicas de que deveria adotar uma estratégia similar àquela que vem fazendo o Facebook Messenger – as empresas podem enviar mensagens de alerta para os usuários compartilhando informações sobre entregas de pedidos, recibo de produtos, dentre outras, em vez de propaganda. As mensagens serão enviadas por robôs.

A mudança representa uma maneira de monetizar o WhatsApp. Comprado pelo Facebook em 2014 por US$ 21,8 bilhões, o aplicativo não gera receita atualmente, pois não permite anúncios e deixou de cobrar US$ 1 por ano de cada usuário em janeiro de 2016.

 

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Nada como um ano eleitoral para aguçar a criatividade das pessoas. Se o eleitor já era importunado com mensagens eleitorais no celular, agora as empresas miram o WhatsApp para oferecer planos mirabolantes aos candidatos. A última oferta irrecusável foi enviada por e-mail aos gabinetes da Câmara dos Deputados. O sujeito, dono de uma empresa em Belém, no Pará, anuncia o serviço dizendo dispor de uma “relação atualizada de usuários WhatsApp em todos os estados do Brasil”. Afirma também ter a capacidade de mandar de 500 000 a 10 milhões de mensagens, a depender do investimento do freguês. Eis a tabela de preços: – Até 500 mil mensagens, onze centavos cada uma; – de 500 000 a 1 milhão de mensagens, dez centavos cada; – 1 milhão de mensagens, nove centavos cada; – 5 milhões de mensagens, oito centavos cada; – 10 milhões de mensagens, sete centavos cada uma

 

Fonte: veja.abril